Gaúcha cria projeto para estimular ensino de cidadania na sala de aula.

FONTE G1//Quais são as verdadeiras atribuições dos governantes nas diferentes esferas do Poder Público? E de que forma os moradores de uma cidade podem realmente se envolver e contribuir com a sociedade? Tudo isso é política.
Às vésperas do início de um ano eleitoral no Brasil, esse assunto volta a ser destaque. O tema, porém, parece espinhoso para quem tem menos de 18 anos.
Mesmo previsto na Constituição Federal, o país não possui educação para cidadania como um conteúdo obrigatório na sala de aula. No ensino médio, os alunos têm aulas muito específicas sobre química, física e história. Mas não têm lições sobre administração pública e sobre o que os cidadãos são obrigados a seguir ou quais direitos podem exigir.
Aproximar os futuros eleitores de assuntos como economia e direito, por exemplo, faz parte de um projeto criado por uma jovem porto-alegrense, para estimular o engajamento político, mas sem partidarismo.
“Informação é tudo. Independente de a pessoa ter uma ideologia x ou y, é preciso compreender o básico de como funciona o país. O que faz um deputado, o que faz um prefeito, para poder exercer de verdade o papel de cidadão, afinal, em uma democracia, o cidadão é soberano”, explica ao G1 Diana Gerbase, de 32 anos.
Ela é fundadora da Mobis, uma startup cuja proposta é criar e oferecer material para aulas de cidadania a alunos do ensino médio de escolas públicas e privadas. Para elaborar esse conteúdo, ela conta com o apoio de professores e especialistas nas áreas.
Mas para financiar a ideia, a startup criou uma vaquinha virtual (saiba como contruibuir), que tem como primeira meta arrecadar R$ 74,4 mil até o dia 22 de dezembro.
“A campanha de financiamento coletivo permite, através da internet, que a gente consiga alavancar causas que precisam de um volume alto de recursos, mas com várias e várias pessoas, o custo não fica tão pesado pra ninguém”, diz Diana.

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