Investigado por atentados em Porto Alegre foi preso por terrorismo no Chile em 2010.

FONTE G1//Um chileno de 29 anos, que está entre os investigados por atentados em Porto Alegre, chegou a ser preso e condenado a 10 anos no seu país de origem por crime de terrorismo. Por meio de uma pesquisa pelo nome do suspeito.

Ele terá a identidade preservada, uma vez que ainda é investigado no Brasil, não tendo sido, até o momento, indiciado ou preso. A polícia chegou a pedir a prisão do estrangeiro, e de outros suspeitos, durante a operação Érebo, realizada nesta semana, mas o pedido foi negado pelo juiz da Fabio Vieira Heerdt, que entendeu que ainda não haviam elementos específicos entre as provas coletadas até então pela polícia. Ele autorizou apenas as buscas realizadas para a coleta de provas.

No grupo investigado pela Polícia Civil gaúcha, o chileno é apontado como responsável por ensinar e fabricar as bombas incendiárias instaladas em um carro da Polícia Civil, em veículos da Brigada Militar, na sede de um partido político e em um tanque de guerra do exército, que estava exposto em uma praça na Zona Leste de Porto Alegre.

Após o fato, o Exército decidiu retirar o tanque da praça, mas por meio de nota disse que só soube do artefato por meio da reportagem, e alegou que a investigação é de responsabilidade da Polícia Civil. Em um livro apreendido, o grupo relata como foi a ação. “Abandonamos um artefato incendiário com um dispositivo de retardo sobre o tanque”, diz trecho.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *