Sexto pior ataque, Inter tenta resgate contra melhores defesas do Brasileirão

Não bastasse voltar a vencer pelo Brasileirão, o Inter terá uma outra missão complicada nas próximas duas rodadas no intuito de fugir da zona de rebaixamento. Com o sexto pior ataque da competição, enfrentará justamente as duas melhores defesas: Santos e Atlético-PR.

Após 22 rodadas, o Colorado só balançou as redes em 23 oportunidades, o que dá uma média de 1,04 gol por jogo. Pelo campeonato, nas últimas três rodadas, marcou apenas duas vezes. Como a defesa foi vazada em 26 ocasiões, tem um saldo negativo de três gols.

A dificuldade do sistema ofensivo se retrata na divisão dos tentos. Eduardo Sasha e Vitinho são os artilheiros da equipe na competição. Cada um marcou quatro vezes. Porém, vivem má fase. Sasha não faz desde o dia 26 de junho, quando o time foi derrotado por 3 a 2 para o Botafogo. O jejum de Vitinho é ainda maior. Seus últimos dois ocorreram no dia 19 do mesmo mês, quando os gaúchos perderam pelo mesmo placar para o Figueirense.

A situação fez Celso Roth alterar a equipe contra o Fortaleza, em jogo pela Copa do Brasil. Apostou em Aylon e Nico López.  A opção surtiu efeito, e a dupla foi a responsável pelos gols na vitória por 3 a 0 – Aylon anotou dois, e o uruguaio, o outro. O desempenho referendou a manutenção. Para Seijas, os atacantes ajudam na movimentação de toda equipe: 

– O Nico é um atacante que gosta muito de vir perto dos jogadores do meio, tocar, rodar a bola. No jogo do Fortaleza, ele pode fazer. Foi bom para o coletivo, o sistema de jogo. Ele vinha, e o Aylon ficava com espaço. Quando o Aylon voltava, o Nico ficava com aquele espaço.

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