Assinado termo de convênio que viabiliza método prisional Apac no Rio Grande do Sul.

FONTE G1//Foi assinado nesta terça-feira (5) o convênio que viabiliza a instituição do método prisional Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) no Rio Grande do Sul. Nesse sistema, são os próprios apenados, com a comunidade, que cuidam do presídio.
O acordo firmado entre o governo estadual, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público tem a duração de 60 meses, e pode ser prorrogado.
Conforme o governo, serão realizados seminários nas comarcas gaúchas, com o objetivo de mobilizar segmentos da sociedade para a implantação do método e debater as alternativas de financiamento.
“Trata-se de um método de eficácia comprovada, que reduz custos e possibilita menor emprego de efetivo. Para se ter uma ideia, a média brasileira de reincidência no modelo tradicional é de cerca de 70%, enquanto que, nas Apacs, fica em torno de 10%”, destacou o secretário estadual de Segurança Pública, Cezar Schirmer.
Conforme o governo, a metodologia foca na ressocialização dos apenados e já é utilizada em 18 países e pelo menos 10 estados brasiileiros. O objetivo é que os condenados a penas privativas de liberdade sejam recuperados e reintegrados ao convívio social de forma humanizada. nesse sistema, os presos contam com assistência espiritual, médica, psicológica e jurídica prestada pela comunidade. Ou seja, é necessária a participação de voluntários.
“Iremos iniciar agora um movimento, buscando prospectar o maior número possível de interessados”, acrescentou Schirmer.

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