Em resposta ao MP, Grêmio diz que sempre atuou “com respeito à lei”

FONTE CORREIO DO POVO//Após o Ministério Público pedir explicações ao Grêmio pela suposta presença da torcida Geral em jogos no Mundial de Clubes e na decisão da Recopa Sul-Americana – mesmo a organizada estando impedida de comparecer a partidas – o Tricolor emitiu nota oficial em que ressalta que “sempre pautou sua atuação com respeito à lei e as decisões judiciais”.

A nota enfatiza ainda que o clube, em audiência no Ministério Público, marcada para a próxima terça-feira, defenderá seus direitos e de seus torcedores. O Grêmio destacou ainda o trabalho que vem fazendo junto com as torcidas organizadas para “extinguir a violência e as transgressões”.

O Ministério Público ainda não fez um pedido de punição à torcida. O promotor Márcio Bressani, titular da Promotoria do Torcedor, disse que a Geral pode apresentar pessoas responsáveis pelos atos e, dessa forma, as punições podem ser individuais.

Confira a íntegra da nota

“O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense em razão de manifestações quanto a suposta punição da Torcida Geral do Gremio e do Clube por fatos ocorridos no exterior, vem a público fazer os seguintes esclarecimentos:

1. O Gremio sempre pautou sua atuação com respeito à lei e as decisões judiciais;

2. Vem desenvolvendo exitoso trabalho junto com suas torcidas organizadas no sentido de extinguir a violência e as transgressões, com evidentes resultados positivos que são percebidos por toda a sociedade brasileira;

3. Informa que não há, até o presente momento, NENHUMA punição fixada ao clube ou a torcida por fatos ocorridos no exterior, mas sim pedido do Ministério Público e audiência designada, na qual o Clube comparecerá para defender seus direitos e os direitos do seu torcedor;

4. O Grêmio repudia, não tolera e atua fortemente contra a violência nos estádios e no futebol;

5. O Gremio confia no Poder Judiciário e na correta aplicação da legislação, mas não deixará de utilizar as medidas judicias cabíveis, se necessário, para reverter eventual punição injusta.”

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