O ministro da Saúde, Marcello Queiroga,durante anúncio à imprensa, sobre a produção de vacinas no Brasil

Ministro da Saúde diz que novo contrato da vacina CoronaVac depende de registro definitivo na Anvisa

FONTE: O SUL

No retorno aos trabalhos no Ministério da Saúde após isolamento por Covid-19 nos Estados Unidos, o ministro Marcelo Queiroga condicionou a realização de um novo contrato de compra da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, à aprovação de uso definitivo do imunizante pela da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De acordo com o ministro, a vacina da Janssen também seguirá o mesmo processo.

“Esperamos que a Anvisa conceda um registro definitivo. Uma vez a Anvisa concedendo o registro definitivo, o Ministério da Saúde considera a compra dessa vacina para fazer parte do Programa Nacional de Imunização”, afirmou o ministro na manhã desta terça-feira (05), em conversa com jornalistas.

Apesar da incerteza sobre a aplicação de outras vacinas como parte do plano de revacinação da pasta, Queiroga assegurou que o governo já tem um programa definido para o ano que vem. “Podem ter certeza que já sabemos qual é o caminho”, garantiu o médico. “Temos o SUS [Sistema Únicos de Saúde] e quem tem SUS, tem tudo”, disse.

Em agosto, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, afirmou que o governo garantirá a revacinação de toda a população brasileira em 2022 contra a Covid-19 se os estudos clínicos mostrarem que isso será necessário. De acordo com o secretário executivo, há 180 milhões de doses da Oxford/Astrazeneca produzidas no Brasil já contratadas para 2022, o que seria suficiente para uma dose de reforço em toda a população vacinável no ano que vem.

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