Nomeação de agentes penitenciários para o RS é publicada no Diário Oficial do Estado.

FONTE G1//Foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (3) a nomeação de agentes penitenciários aprovados em concurso público no Rio Grande do Sul. No último dia 26 de novembro, o governo gaúcho anunciou que convocaria 480 servidores para atuar na Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).

Os servidores convocados foram aprovados em um concurso realizado neste ano. São 450 para o cargo de agente penitenciário e 30 para o cargo da agente penitenciário administrativo.

“Vamos totalizar o ingresso de mais de 1,1 mil agentes penitenciários. É uma das maiores reposições da história recente”, escreveu o governador José Ivo Sartori em sua conta no Twitter, no dia do anúncio.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública, os servidores terão de passar por um curso de formação com duração de cerca de três meses, que deve ter início já em novembro. A estimativa é que os novos servidores comecem a trabalhar entre fevereiro e março de 2018.

Com o chamamento, o governo pretende “mudar a realidade” da superlotação nos presídios do estado.

Medidas para esvaziar delegacias e viaturas

Uma das medidas adotadas pelo governo para retirar presos que aguardam vagas em presídios das delegacias e viaturas policiais, foi abrir mais vagas no Complexo Penitenciário de Canoas (Pecan), na Região Metropolitana, que ainda não foi totalmente liberado para receber apenados.

As 400 vagas abertas no módulo 2 começaram a ser preenchidas na noite de domingo (29). Enquanto os novos agentes penitenciários não estiverem aptos a atuar, policiais militares trabalham na segurança no local. Depois, será realizada a substituição.

Segundo nota divulgada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), a gestão da penitenciária segue sob responsabilidade da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).

Servidores ligados à Amapergs, sindicato que representa os agentes penitenciários, foram à Pecan para protestar contra a medida do governo. Uma nota foi divulgada, justificando que o efetivo da Brigada Militar deveria estar combatendo a criminalidade nas ruas.

A Secretaria de Segurança ressaltou que o número de PMs na Pecan 2 é menor do que o efetivo que hoje faz a custódia de presos em viaturas nas delegacias, e que ação do governo vai garantir a liberação dos veículos para o policiamento ostensivo e a segurança dos policiais.

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