Prefeitura de Porto Alegre lança campanha virtual para Dia Mundial de Combate à LGBTfobia

FONTE: O SUL

Com o slogan “O amor nunca será problema. O problema é o seu preconceito”, a Unidade de Direitos de Diversidade Sexual e de Gênero da prefeitura lança, neste domingo (17) uma campanha virtual de Combate à LGBTfobia, discriminação praticada contra a comunidade LGBT. A data é marcada pelo Dia Internacional de Combate a LGBTfobia.

A campanha, que será virtual devido à pandemia do novo coronavírus, circulará nas redes sociais durante os meses de maio e junho. Para o secretário de Desenvolvimento Social e Esporte, Itacir Flores, a iniciativa tem a proposta de conscientizar a população acerca do respeito ao próximo.

“Procuramos agir em prol da conscientização para o respeito às diferenças. A nossa coordenadoria da Diversidade trabalha com afinco para ampliar os acessos à inclusão social e reduzir a discriminação, qualquer que seja”, observa o secretário.

Conforme o coordenador da Diversidade, Dani Boieira, esta data também tem o objetivo de celebrar a diversidade e o amor ao próximo, sem distinção de raça, gênero e sexualidade.

“Queremos nos comunicar com a população da nossa cidade e passar a mensagem de que o amor não faz distinções entre as pessoas, independente das suas diferenças. Para nós, o preconceito vem da falta de amor e precisamos quebrar essa barreira, para que as pessoas possam respeitar umas às outras e viver em harmonia”, afirma Boeira.

A iniciativa, ligada à Diretoria-Geral de Direitos Humanos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte, tem a parceria das organizações Aliança Nacional LGBTI+, Rede Gay Brasil e Pair Bee.

Dia Internacional do Combate LGBTfobia

O dia 17 de maio é conhecido mundialmente como o Dia Internacional de Combate a LGBTfobia. É nessa data que se comemora o momento histórico para o Movimento LGBT, quando no ano de 1990, a OMS (Organização Mundial da Saúde) retirou o termo homossexualismo da lista de distúrbios mentais do Código Internacional de Doenças.

A partir deste momento, a homossexualidade perde o seu antigo sufixo “ismo”, o que caracterizava a orientação enquanto doença, deixando de ser considerada um desvio ou uma condição relacionada a alguma forma de patologia. Assim, a data passou a ser simbólica para lésbicas, gays, transexuais, travestis e todas as pessoas que se mobilizam contra o preconceito e discriminação sobre a perspectiva da equidade, da diversidade e da tolerância.

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